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Guia
GUIA DE CAMPO DA MATA ATLÂNTICA
Cinco capítulos, cinco processos


CAPÍTULO 01 — NATURALMENTE ARTESANAL
CAPÍTULO 01
Tamanduá
processo natural
NOTAS
Chocolate, nozes
PROCESSO
Natural
VARIEDADE
Catucai V. 785
Paciente como o bicho que o batiza, o Tamanduá seca ao sol inteiro, no fruto — e guarda no grão a doçura de quem não tem pressa. É o capítulo de abertura do nosso guia, e o café que apresenta a fazenda a quem chega


CAPÍTULO 02 — DIVERSIDADE DE PROCESSOS
CAPÍTULO 02
Preguiça
cereja despolpado
NOTAS
Frutas cítricas
PROCESSO
Cereja despolpado
VARIEDADE
Catucai A. 2SL
O Preguiça tira a casca e fica só com o essencial: o fruto despolpado seca limpo, sem atropelo, e revela um copo claro e cítrico. Como a preguiça-de-coleira, endêmica da Mata Atlântica, ele só existe aqui


CAPÍTULO 03 — DOCE COMO O MEL
CAPÍTULO 03
Abelha
honey process
NOTAS
Melaço, chocolate
PROCESSO
Honey
VARIEDADE
Arara
O Abelha seca envolto na mucilagem doce do fruto — o “mel” do café. O resultado é um dos cafés mais pedidos: corpo de melaço, final de chocolate, e o trabalho silencioso de quem poliniza a lavoura inteira


CAPÍTULO 04 — UM GRÃO POR FRUTO
CAPÍTULO 04
Lobo-Guará
Moca
NOTAS
Doce de leite
PROCESSO
Moca
VARIEDADE
Catucai V. 785
Raro como o bicho de pernas altas: o grão moca nasce sozinho no fruto, redondo e concentrado. Selecionado um a um, entrega um copo denso, de doce de leite — para quem gosta de café com presença


CAPÍTULO 05 — PRODUZINDO SABORES
CAPÍTULO 05
Coruja
fermentação anaeróbica
NOTAS
Morango
PROCESSO
Ferm. Anaeróbica
VARIEDADE
Catucai A. 2SL
O Coruja fermenta sem ar e sem pressa, no escuro — e sai de lá com nota de morango que ninguém espera de um café. É o capítulo mais experimental do guia, para leitores curiosos.
QUEM CULTIVA
De uma família para outra
Nós cultivamos com o respeito e a paixão que a terra da Mata Atlântica exige. Cada grão passa pelas mãos de quem faz a colheita manual, fruto de um diálogo contínuo entre o solo e o tempo. À frente da lavoura, Levindo e Felype Hastenreiter — pai e filho — mantêm viva a tradição de cuidar bem da terra e do café. É assim que ele chega até você: de uma família para a outra, um café puro, batizado com o nome de um animal da Mata, como um capítulo de um guia de campo

Levindo

Felype
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